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Saber Acolher

Nos tempos modernos, há uma tendência a se optar sempre por ações rápidas, geralmente sem
entender profundamente uma situação. Vivemos numa era onde as pessoas parecem ser
invisíveis para os seus semelhantes.

Nos tempos modernos, há uma tendência a se optar sempre por ações rápidas, geralmente sem
entender profundamente uma situação. Vivemos numa era onde as pessoas parecem ser
invisíveis para os seus semelhantes. No ambiente de trabalho, formamos laços fortes de amizade
e companheirismo, mesmo em tempos de trabalho online. Dentro deste espírito, somos
frequentemente procurados por colegas enfrentando problemas pessoais e profissionais.

Ao enfrentar tais situações, não devemos nos furtar de ajudar. Nossos companheiros de trabalho
não podem ser invisíveis aos nossos olhos.

Você conta experiências similares quando alguém lhe relata um problema? Mostra o lado positivo
das coisas a um amigo em dificuldades? Tenta alegrar quem está triste? Se sim, sua intenção é
ótima, mas o caminho deve ser o do acolhimento.

Acolher é aceitar e receber, mais ouvir do que falar. É desafiador estar presente, ouvindo
atentamente e disponível.

Atualmente, somos impulsionados a agir rapidamente, sem compreender plenamente a situação.
Não somos terapeutas, e muitas vezes não sabemos como abordar o assunto. Porém, há um
processo prático para ajudar quem nos procura.

Lembre-se do acrônimo ACOLHA:

A – Avaliar o cenário geral com perguntas como “O que está acontecendo? Fale mais sobre isso.”

C – Compreender o foco, perguntando “O que você gostaria de solucionar?”

O – Observar comportamentos. “O que você já fez? O que mais pode fazer?”

L – Levantar a importância de ganhos ou perdas com “Qual a importância de resolver isso? Quais
os ganhos e perdas?”

H – Identificar obstáculos. “O que pode impedir de resolver a situação?”

A – Acionar tarefas. “O que você pode fazer de prático?”

Como colega atencioso, adote uma abordagem empática e paciente. O ato de acolher transforma
tanto quem é acolhido quanto quem acolhe. É precioso estar ali, ouvindo, permitindo que o outro
se expresse por inteiro.

Encoraje a ação, mas com cautela e compreensão. Evite parecer desatento ou agressivo, respeite
os limites do colega e preserve o relacionamento, priorizando a conexão humana e o respeito
mútuo.

Nota: Produzido com auxílio de IA.