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Desafios e oportunidades no uso do PIX pelas concessionárias

O PIX representa um novo estágio de transformação digital. Surgido em 2013, foi fruto da determinação de contribuição para a inclusão financeira e viabilização de novos modelos de negócios do Banco Central do Brasil. É um momento de transformação pelo qual as concessionárias precisarão passar para adotar essa nova modalidade de pagamento. Desde que o […]

O PIX representa um novo estágio de transformação digital. Surgido em 2013, foi fruto da determinação de contribuição para a inclusão financeira e viabilização de novos modelos de negócios do Banco Central do Brasil. É um momento de transformação pelo qual as concessionárias precisarão passar para adotar essa nova modalidade de pagamento.

Desde que o PIX chegou, rápido e fácil de usar, o público rapidamente o adotou e tornou-o um dos meios de pagamento mais utilizado atualmente. É imprescindível que as concessionárias passem a adotar essa modalidade, mais cedo ou mais tarde. 

Surgem então algumas perguntas em relação a esse novo modelo de negócio: qual a melhor maneira de adoção? Quais desafios serão enfrentados e quais oportunidades surgirão nesse novo momento financeiro?

Qual o melhor tipo de QRCODE?

O QR Code – padrão gráfico bidimensional para codificação de dados – foi implementado ao PIX pelo BACEN; Portanto, segue um padrão internacional aberto, gratuito e implementado em outros países, referido como “EMV”. Essa codificação de dados é apresentada por 2 tipos de QRCODE: o Estático e o Dinâmico. Então, qual a melhor opção para a implementação em concessionárias?

Sendo o PIX um processo que impacta diversas áreas da empresa, é muito importante decidir bem qual tipo de QRCODE utilizar. Nesse primeiro momento, o mais racional é o QRCODE estático. Ele emula o código de barras para que se evite um impacto nos processos de conciliação e back office. 

Existe a opção de migração para o QRCODE dinâmico, pois esse permite inclusão no código de funções de automação de processos.

Como é feita a integração com o banco arrecadador?

A escolha do banco é muito importante para esse processo de transformação digital. Apesar de não haver ainda um padrão oficial da FEBRABAN para servir de base para integração com todos os bancos – como foi feito com os arquivos EDI -, há um caminho a seguir para obtê-la da melhor forma.

Com a mesma linha da escolha do QRCODE, é importante ter a ciência de que esse é um processo de transformação digital que pode causar impactos na estrutura dos processos utilizados para pagamentos tradicionais da empresa. Sendo assim, a integração deve iniciar mantendo ao máximo essa estrutura, gerando o mínimo de impacto nesses processos.

A medida que os sistemas faturadores entrem em pleno uso e estejam preparados para receber informações de forma Online (em oposição à forma de arquivos EDI), a migração dos processos acontecerá efetivamente.

Como a conciliação financeira é impactada?

Há uma mudança no cenário tradicional, trazendo agilidade na arrecadação dos recursos. O principal impacto se dá no tempo de espera para essa arrecadação: enquanto antes os depósitos caíam na conta corrente da concessionária apenas no dia seguinte ao efetivo pagamento da conta pelo consumidor; agora, esse recurso fica disponível no dia do pagamento. Dessa forma, faz-se necessária a definição de um novo processo.

Nas minhas lojas de atendimento podemos receber pagamentos de contas via PIX?

Sim. Com isso, criam-se oportunidades para que as concessionárias ofereçam, com recursos próprios, inovações financeiras, como: créditos para que os clientes paguem suas contas parceladas e inovar com produtos tipo segura para contas em atraso.

Essa é a grande beleza da iniciativa do BACEN que, já em 2013, vislumbrava a oportunidade de desenvolvimento de novos modelos de negócio a partir das transformações digitais.